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- Quem somos - O Movimento Cívico pela Linha do Tua nasceu em Outubro de 2006, numa reunião em Coimbra de gente de várias zonas do país; a preocupação fundamental deste grupo era e continua a ser a situação débil, incerta e preocupante em que se encontra o transporte ferroviário na região de Trás-os-Montes, particularmente a Linha do Tua. Esta reunião foi precipitada pelo anúncio, por parte do governo, de que aquele troço de ferrovia nordestina seria encerrado. - Missão do Movimento – Por se tratar de uma linha amplamente conhecida e que desperta até o interesse internacional, viver e divulgar a Linha do Tua e o seu potencial desaproveitado é a nossa missão. - Política - · Promover acontecimentos geradores de interesse na Linha e em actividades relacionadas, por se tratar de um recurso gerador do desenvolvimento regional, porque estruturante, e também por isso um meio de inverter fenómenos de desertificação; · Defender a classificação do património e paisagem; · Cultivar opções sustentáveis de transporte, pelo respeito das gerações vindouras. - Subscrevemos – · Reabertura imediata do troço Tua - Mirandela , na sua totalidade; · A melhoria do transporte regional, pela adopção de horários compatíveis com as necessidades dos utilizadores e com a modularidade com outras linhas / transportes; · A valorização do património ferroviário da Linha, enquanto memória do passado e ponte para o futuro; · A criação de comboios históricos, incluindo-se nestes uma programação de animação cultural diversificada; · A reabertura da linha entre Carvalhais e Bragança; · O regresso de um clima de confiança, pela adopção de meios e práticas de segurança compatíveis com uma linha de montanha. Defendemos numa lógica de complementaridade: · A instalação de um teleférico no Amieiro, ligando esta localidade à Linha; · A reestruturação / reactivação das Caldas de Carlão e de S. Lourenço; · A reabertura do troço Pocinho – Barca D’Alva; · A melhoria das condições de circulação de toda a linha do Douro, mormente pela duplicação da mesma até Marco de Canavezes e a sua electrificação até à Régua; · A criação de programas turísticos em todas as linhas estreitas afluentes da do Douro, devidamente articulados.
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